Front-end fora da Shopify
Quando a loja já é parte de um produto maior (um app, um site institucional com carrinho embutido) e precisa reaproveitar o mesmo front-end.
Storefront API, Hydrogen e Remix têm o lugar certo. Não é o lugar de toda loja.
Headless separa o front-end da loja do back-end da Shopify. Em vez do tema Liquid renderizar a página, um front-end próprio (geralmente Hydrogen, em React, ou outro framework) consome os dados da loja pela Storefront API. O checkout continua sendo da Shopify.
Na teoria, isso dá liberdade total de interface. Na prática, também transfere para você a responsabilidade por tudo que o tema Liquid resolveria sozinho: cache, performance, SEO de renderização, atualização de app.
Quando a loja já é parte de um produto maior (um app, um site institucional com carrinho embutido) e precisa reaproveitar o mesmo front-end.
Interação ou layout que o modelo de seções do Liquid não comporta de forma razoável.
Um front-end em React ou Next.js já pronto que precisa passar a vender via Shopify.
Headless exige manutenção contínua de infraestrutura própria e só compensa com capacidade para sustentar isso.
Para a maioria das lojas, inclusive lojas de porte considerável, um tema Online Store 2.0 bem construído entrega performance equivalente com uma fração da complexidade de manutenção. SEO técnico também costuma ser mais direto num tema Liquid: renderização no servidor já vem pronta, sem exigir configuração adicional de SSR.
Antes de entrar em headless, vale medir se o problema que está tentando resolver é mesmo de arquitetura ou se é de tema mal otimizado.
Não por definição. Um tema Liquid bem otimizado costuma vencer um headless mal implementado. A vantagem do headless é flexibilidade de interface, não velocidade garantida.
Não. O checkout continua sendo o da Shopify, hospedado por ela, e é isso que garante a conformidade de pagamento.
Sim, quando o caso justifica. A recomendação sempre vem depois de avaliar se o ganho compensa a complexidade adicional de manutenção.